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## SUPREMA CORTE da França DERRUBA Lei do MACRON Sobre Redes

> Fonte: França: Justiça barra veto a redes sociais para adolescentes
> URL do vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=Ao6zmspVlOs
> Tags: política, socialismo/comunismo
> video_id: Ao6zmspVlOs

> Referências:
> - França: Justiça barra veto a redes sociais para adolescentes: https://www.dw.com/pt-br/fran%C3%A7a-justi%C3%A7a-barra-veto-a-redes-sociais-para-adolescentes/a-78377043
> - 15 Social Media Ban: https://reclaimthenet.org/frances-top-court-kills-the-under-15-social-media-ban
> - Vale da Liberdade (site): https://news.mob.tec.br/ep/especial-Ao6zmspVlOs.html
> - Vale da Liberdade (matéria transcrita): https://news.mob.tec.br/episodes/especial-Ao6zmspVlOs.md

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[QUADRO: BRASIL E MUNDO — Abertura]

Peter: Olá a todos! Olha só o que aconteceu lá do outro lado do oceano: a Suprema Corte da França deu uma rasteira histórica no Emmanuel Macron — o Lula que fala francês — e derrubou a tentativa de aprovar a versão francesa da famigerada Lei Felca. O plano da burocracia estatal era impor a obrigação de verificação de identidade para qualquer pessoa que quisesse acessar redes sociais, usando aquela velha e surrada desculpinha esfarrapada de sempre: 'precisamos proteger as crianças'.

Peter: Só que a corte de lá enxergou o golpe e barrou essa insanidade, cravando que a medida violava diretamente a liberdade de expressão dos adultos. É incrível como a história mostra que a única coisa que o Estado realmente consegue produzir com eficiência é o controle sobre a vida do indivíduo, mas dessa vez o aparato burocrático francês tomou um freio de arrumação.


[QUADRO: BRASIL E MUNDO — Desenvolvimento]

Peter: Toda vez que o Leviatã surge com esse discursinho emotivo de que precisa regulamentar a internet 'pelo bem dos vulneráveis', você já sabe exatamente o que está vindo por trás: coerção, vigilância e mordaça. O objetivo de Macron nunca foi proteger jovem nenhum; a intenção real era acabar com o anonimato digital e obrigar cada cidadão a se identificar perante o governo antes de emitir qualquer opinião na rede.

Peter: Os socialistas e estatistas ao redor do mundo estão profundamente irritados com as redes sociais por um motivo muito simples: eles estão perdendo o monopólio da narrativa. Durante décadas, a esquerda cresceu vomitando chavões fáceis através de uma imprensa tradicional totalmente aparelhada e dependente de verbas públicas. Eles criaram um falso consenso social, onde apenas a agenda coletivista parecia ser aceitável.

Peter: Eu mesmo passei por isso na minha juventude. Quando eu estudava na UFRJ, eu já entendia que o Estado era um mal, mas me calava para não arrumar confusão. Todo mundo achava que o sindicato era uma maravilha ou que a CLT protegia o trabalhador — o que é uma mentira deslavada, já que a CLT só serve para atrasar a vida de quem produz. As pessoas não falavam o que pensavam de verdade porque a televisão impunha uma hegemonia cultural sufocante.

Peter: A internet e as redes sociais quebraram esse cabresto estatal. As redes não radicalizaram ninguém, elas simplesmente deram voz ao que a população já era e já pensava de verdade. A população é conservadora, valoriza a liberdade e quer gerir a própria vida sem fiscais da burocracia dizendo o que ela pode ou não pode falar.

Peter: O que estamos testemunhando hoje é o exato equivalente histórico do que aconteceu quando Johannes Gutenberg inventou a imprensa de tipos móveis. Antes da prensa, copiar um livro custava uma verdadeira fortuna e demandava meses de trabalho manual, o que garantia aos reis e aos monopolistas da época o controle absoluto sobre a informação e sobre o que o povo podia aprender.

Peter: Quando os livros se tornaram baratos e acessíveis a qualquer um, o controle central começou a desmoronar. A reação do Estado na época foi imediata: criaram listas de livros proibidos e perseguiram quem ousava ler sem licença. Veja o que acontece na Inglaterra hoje, com a polícia batendo na porta de cidadãos por causa de postagens no Facebook. Isso não é novidade, é apenas a repetição do autoritarismo estatal enfrentando a tecnologia descentralizada, exatamente como nos tempos do rei Jaime Primeiro.

Peter: Os políticos morrem de medo do mercado livre de ideias porque sabem que, no momento em que o indivíduo percebe que não precisa do Estado para decidir o que consumir ou como se expressar, toda a estrutura de dominação e arrecadação compulsória deles começa a ruir. Por isso existe essa orquestração global para tentar emplacar leis de verificação e controle de redes simultaneamente em vários países.


[QUADRO: BRASIL E MUNDO — Fechamento]

Peter: A decisão da Justiça francesa foi uma vitória momentânea do indivíduo contra a fúria regulatória, mas nunca se engane: a burocracia estatal não desiste fácil de manter seu monopólio sobre a força e a coerção.

Peter: Lembre-se sempre: o Estado não é seu protetor, é seu parasita. Se você quer defender a verdadeira liberdade, continue questionando a burocracia, rejeite qualquer tentativa de controle digital e não esqueça de deixar seu like, se inscrever no canal e compartilhar este vídeo antes que os fiscais da opinião decidam cobrar imposto até sobre a sua fala!
