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## FACHIN pode ANULAR denúncia contra MENDONÇA e JULGAR MORAES?

> Fonte: Diário do Poder
> URL do vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=FdFh0BIPMdY
> Tags: política, ditadura judiciária, stf
> video_id: FdFh0BIPMdY

> Referências:
> - Diário do Poder: https://diariodopoder.com.br/coluna-claudio-humberto/fachin-pode-arquivar-acusacao-de-moraes-contra-mendonca-baseada-em-relatorio-sem-assinatura
> - Folha: https://www1.folha.uol.com.br/poder/2026/09/sob-desgaste-fachin-tende-a-adiar-caso-mendonca-enquanto-ministros-discutem-obstruir-pauta-do-stf.shtml
> - STF vive 8 de janeiro das togas: https://noticias.uol.com.br/colunas/josias-de-souza/2026/09/16/stf-vive-8-de-janeiro-das-togas.htm
> - Vergonha!: https://oglobo.globo.com/blogs/merval-pereira/coluna/2026/09/vergonha.ghtml
> - Método usado por Gilmar e Dino é o tumulto processual: https://oglobo.globo.com/opiniao/editorial/coluna/2026/09/metodo-usado-por-gilmar-e-dino-e-o-tumulto-processual.ghtml
> - X: https://x.com/gilmarmendes/status/2100531282996298055
> - Vale da Liberdade (site): https://news.mob.tec.br/ep/especial-FdFh0BIPMdY.html
> - Vale da Liberdade (matéria transcrita): https://news.mob.tec.br/episodes/especial-FdFh0BIPMdY.md

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[QUADRO: BRASIL E MUNDO — Abertura]

Peter: Olha só, o noticiário político nos traz mais um capítulo espetacular daquela comédia burocrática que chamamos de Supremo Tribunal Federal. A grande questão posta na mesa é se o presidente da corte, Edson Fachin, vai ter coragem de arquivar a acusação absurda armada contra o ministro André Mendonça.

Peter: Enquanto isso, a turminha do barulho quer tumultuar a pauta e chantagear o próprio tribunal para salvar o coleguinha. É o puro suco do corporativismo estatal em pleno funcionamento.


[QUADRO: BRASIL E MUNDO — Desenvolvimento]

Peter: Vamos relembrar os fatos sem eufemismos burocráticos. O André Mendonça teve a ousadia de expor uma investigação da Polícia Federal que apontava indícios comprometedores envolvendo o ministro Alexandre de Moraes e um certo financista. Não se tratava apenas de suposições vazias, mas de evidências de que o escritório da esposa de Moraes recebeu repasses financeiros suspeitos, além de indícios claros de atuação para beneficiar o mesmo operador em negócios escusos. Para tentar equilibrar o jogo e criar cortinas de fumaça, a máquina estatal produziu um relatório apócrifo, sem assinatura, sem timbre e sem nenhum valor probatório legal, acusando o próprio Mendonça de parcialidade por supostamente mandar investigar. É uma piada de mau gosto financiada com o dinheiro do pagador de impostos, onde a retaliação explícita substitui o devido processo legal.

Peter: O plano inicial era claro: criar um circo midiático escalonado, julgando Alexandre de Moraes em um dia e André Mendonça logo em seguida para nivelar por baixo as acusações. Mas o sistema entra em parafuso quando a verdade ameaça furar a bolha da intocabilidade. Agora, diante da pressão e do desgaste generalizado na opinião pública, analistas do Diário do Poder e da Folha sugerem que o caminho mais lógico para Fachin seria simplesmente arquivar essa farsa contra Mendonça. Como o tal relatório não passa de papel rasgado sem validade jurídica, Fachin tem a prerrogativa regimental de eliminar essa aberração de pauta de uma vez por todas, esfriando a tentativa de desgaste político.

Peter: Qual é a reação imediata da banda podre da corte diante da possibilidade de o processo seguir seu rumo legítimo? Ameaças explícitas de obstrução de pauta. Ministros como Gilmar Mendes e Flávio Dino já avisaram que, se o caso Mendonça não for votado para servir de palanque, eles simplesmente vão paralisar o tribunal inteiro, bloqueando votações cruciais. Como bem pontuou o jornalista Josias de Souza, estamos assistindo a um verdadeiro '8 de janeiro das togas'. É a clássica ética da máfia aplicada ao serviço público: protege-se o parceiro a qualquer custo, atropelando regimentos, leis e o bom senso, tudo para blindar a nomenklatura de qualquer escrutínio real ou investigação republicana.

Peter: O método utilizado por essa turma é o puro tumulto processual. Pedem vistas após votar, inventam questões de ordem mirabolantes, como fez Flávio Dino ao pedir vista tardia após já ter proferido seu voto, e transformam o plenário em um ringue de proteção corporativa. Enquanto tentam blindar os amigos, comparam qualquer tentativa de investigação à extinta Lava-Jato, criando narrativas falsas de que investigar corrupção é um pecado capital contra o establishment. O resultado prático dessa guerra intestina é a destruição total da credibilidade institucional do tribunal, transformando sessões de julgamento em palanques de defesa corporativa e ataques a quem ousa cobrar transparência.

Peter: A ministra Cármen Lúcia bem que tentou pontuar o mal-estar cívico gerado na sociedade brasileira, pedindo desculpas e reconhecendo o vexame institucional, mas acabou completamente isolada pelos próprios pares. Eles preferem proteger privilégios e garantir a impunidade a zelar por qualquer simulacro de justiça. É uma vergonha monumental onde a prioridade absoluta é evitar que as próprias lambanças venham à luz do dia diante dos olhos da população. Críticos de plantão nas redes sociais, incluindo publicações e notas no X do próprio Gilmar Mendes, tentaram desqualificar qualquer voz sensata, escancarando o desespero de uma casta que não tolera contrapontos nem mesmo dentro de sua própria sede.

Peter: Se Fachin tivesse um mínimo de pulso e coragem gerencial, acataria o conselho dos especialistas, arquivaria essa denúncia vazia de retaliação e puxaria o julgamento da investigação contra Alexandre de Moraes para o dia 23. Com o arquivamento limpo e direto, a questão de ordem levantada pela turma de Dino cairia por terra por perda de objeto, esvaziando a manobra protelatória. O presidente da corte tem o poder de usar o voto de Minerva em caso de empate, aplicando o princípio do indúbio pro societate para iniciar apurações. Mas sejamos pragmáticos: esperar culhão de burocracia estatal é pedir demais da realidade brasileira atual.


[QUADRO: BRASIL E MUNDO — Fechamento]

Peter: No fim das contas, embora seja bonito imaginar o STF consertando a própria bagunça, a solução real para esse hospício com porte de tribunal nunca virá de dentro. A única saída prática para o cidadão que paga a conta dessa festa é a via política: eleger um bom Senado e deputados decentes para promover o impeachment desses intocáveis via lei e ordem.

Peter: Muito obrigado por assistir até o final, deixe o seu like libertário e até o próximo Brasil e Mundo.
