# BRASIL E MUNDO — Web Jornal Vale da Liberdade
## BERGER era a LIGAÇÃO de LULINHA no MINISTÉRIO DA SAÚDE?

> Fonte: Informante da PF aponta assessor de Lula como elo de Lulinha
> URL do vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=cIKwBwnv_I8
> Tags: política, corrupção
> video_id: cIKwBwnv_I8

> Referências:
> - Informante da PF aponta assessor de Lula como elo de Lulinha: https://claudiodantas.com.br/informante-pf-assessor-de-lula-elo-de-lulinha/
> - CNN Brasil: https://www.cnnbrasil.com.br/blogs/caio-junqueira/politica/informante-da-pf-apontou-elo-entre-lulinha-e-atual-assessor-do-planalto/
> - O Globo: https://oglobo.globo.com/blogs/lauro-jardim/post/2026/08/alem-de-marcola-pf-encontra-outro-nome-do-planalto-que-recebeu-dinheiro-de-lobista.ghtml
> - Vale da Liberdade (site): https://news.mob.tec.br/ep/especial-cIKwBwnv_I8.html
> - Vale da Liberdade (matéria transcrita): https://news.mob.tec.br/episodes/especial-cIKwBwnv_I8.md

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[QUADRO: BRASIL E MUNDO — Abertura]

Peter: Vocês acham mesmo que a burocracia em Brasília funciona para servir ao cidadão? Toda semana surge mais um escândalo mostrando exatamente como a engrenagem do Estado opera na prática. Desta vez, investigações da Polícia Federal apontam um novo nome cravado no coração do Palácio do Planalto. Esqueçam as justificativas oficiais e os discursos bonitos sobre interesse público. O que está em jogo aqui é a velha e manjada troca de favores entre o topo da máquina estatal e figurões bem conectados.

Peter: Depois das suspeitas sobre os pagamentos efetuados pela lobista Roberta Luchsinger, as atenções agora se voltam para um assessor direto do governo. Um informante da PF revelou que um funcionário do Planalto atuava como a ponte perfeita entre o filho do presidente, o Lulinha, e o Ministério da Saúde. Rola dinheiro de 'empréstimo', rola influência em contratos milionários e, no fim das contas, quem paga toda essa conta é você, o pagador de impostos, sem receber absolutamente nada em troca.


[QUADRO: BRASIL E MUNDO — Desenvolvimento]

Peter: Vamos dar nome aos bois, ou melhor, aos burocratas. O sujeito apontado pelas investigações é Schuederberger Barbosa, conhecido nos corredores do poder pelo apelido de Berger. Ele ocupa o cargo de chefe do gabinete adjunto de gestão interna do gabinete de pessoal. Olha a complexidade da nomenclatura que esses parasitas inventam só para pendurar companheiros em cabides de emprego! Essa estrutura gigantesca existe apenas para criar cargos com salários astronômicos, bancados com o seu dinheiro recolhido à força. E mesmo ganhando fortunas do pagador de impostos, essa turma ainda encontra espaço para pegar dinheiro emprestado de lobistas em Brasília.

Peter: Aí eu pergunto a vocês: reparamos nos nomes da trupe? Marcola, Berger... Parece até código de facção. Mas na verdade é só a burocracia estatal operando exatamente como ela foi projetada para operar. Afinal, o Estado nada mais é do que uma corporação com o monopólio da violência e da coerção. Quando você concentra tanto poder de decisão e montanhas de recursos nas mãos de poucas pessoas, o resultado inevitável é a criação de uma máfia engravatada que se protege nos corredores de Brasília.

Peter: E o que esse tal de Berger fazia? De acordo com os relatos entregues à Polícia Federal, ele era o elo que facilitava a entrada do Lulinha na pasta da Saúde. O objetivo das investidas, segundo as apurações conduzidas pelo ministro André Mendonça, envolvia tráfico de influência para emplacar contratos lucrativos de fornecimento de testes de zika e tratamentos com canabidiol. É o capitalismo de compadrio no seu estado mais puro: não vence no mercado quem oferece o melhor produto ou o menor preço ao consumidor, mas sim quem tem as melhores conexões com o burocrata de plantão.

Peter: E aqui vale desmistificar um dos maiores dogmas do estatismo brasileiro: o tal do SUS. O pagador de impostos médio é doutrinado a acreditar que o Ministério da Saúde e o SUS existem por puro amor ao próximo, para dar saúde gratuita e de qualidade à população. Balela! Se você já precisou da rede pública, sabe que a realidade é fila, falta de remédio e caos. A verdadeira função dessa estrutura mastodôntica para o governo é a realização de licitações bilionárias. A máquina estatal adora uma compra pública, principalmente quando surge a palavra mágica: dispensa de licitação.

Peter: Com a justificativa da emergência sanitária ou do interesse público, o governo atropela a concorrência e compra de quem quer, pagando o valor que bem entender. A tal da dispensa de licitação é música para os ouvidos de lobistas e burocratas. É um banquete com o dinheiro dos seus impostos, onde contratos de centenas de milhões de reais são fechados a portas fechadas. O Lulinha e o seu intermediário sabiam exatamente onde estava o pote de ouro. O Ministério da Saúde não passa de um grande balcão de negócios para a elite estatal.

Peter: Estamos falando de transações financeiras suspeitas que somam R$ 250 mil em pagamentos de contas efetuados por uma lobista amiga da família real de Brasília. Quem tinha essas faturas pagas no Planalto? Pouco importa a desculpa oficial sobre empréstimos não declarados. O fato concreto é que ninguém distribui um quarto de milhão de reais em favores por caridade. No ecossistema estatal, todo favor cobrado exige uma contrapartida em contratos públicos, regulamentações facilitadas ou acesso privilegiado aos cofres da União.


[QUADRO: BRASIL E MUNDO — Fechamento]

Peter: É por isso que eu bato sempre na mesma tecla: o problema não é esse ou aquele político, o problema é a existência do próprio Estado coercitivo. O imposto é roubo e serve unicamente para financiar essa casta inútil que se banqueta em Brasília enquanto a população padece na fila do hospital público. Quando o governo centraliza a gestão da saúde, ele não entrega medicina, ele entrega corrupção, burocracia e favorecimento a compadres.

Peter: Não espere que o sistema estatal vá se auto-reformar ou punir a si mesmo de forma efetiva. A única solução real é a descentralização, o livre mercado e a responsabilidade individual. Se você quer liberdade de verdade, precisa parar de financiar esse teatro e exigir o fim do monopólio estatal. Pense nisso, deixe seu comentário abaixo e se inscreva no canal. Até a próxima!
