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## JPMORGAN REBAIXA AÇÕES no Brasil e IBOVESPA DESPENCA

> Fonte: Estadão
> URL do vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=nKLn_d4x9gU
> Tags: economia, política
> video_id: nKLn_d4x9gU

> Referências:
> - Estadão: https://www.estadao.com.br/economia/jpmorgan-rebaixa-recomendacao-de-investimentos-no-brasil-de-overweight-compra-para-neutro/
> - Google Search: https://www.google.com/search?q=ibovespa&oq=ibovespa&sourceid=chrome&ie=UTF-8
> - Riotimesonline: https://www.riotimesonline.com/jpmorgan-downgrade-brazil-ibovespa-2026/
> - Carta de Retratação às Brasileiras e aos Brasileiros: https://desculpapelacartinha.com/
> - Vale da Liberdade (site): https://news.mob.tec.br/ep/especial-nKLn_d4x9gU.html
> - Vale da Liberdade (matéria transcrita): https://news.mob.tec.br/episodes/especial-nKLn_d4x9gU.md

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[QUADRO: BRASIL E MUNDO — Abertura]

Peter: O maior banco de investimentos dos Estados Unidos olhou para o abismo das finanças públicas brasileiras e tomou a decisão inevitável: o JPMorgan rebaixou a recomendação de compra de ações no Brasil de overweight para neutro. Quem diria que torrar o dinheiro do pagador de impostos sem nenhum freio destruiria a pouca confiança que ainda restava no mercado internacional?

Peter: O resultado imediato foi uma verdadeira surra na bolsa de valores. O índice Ibovespa entrou em queda livre, despencando da faixa dos 190 mil pontos para os 168 mil, sem encontrar qualquer comprador no horizonte. Enquanto isso, na Faria Lima, o clima é de absoluto pânico entre os iludidos que acharam que o intervencionismo estatal seria inofensivo.


[QUADRO: BRASIL E MUNDO — Desenvolvimento]

Peter: É sempre fascinante notar a capacidade do Leviatã de criar ilusões estatísticas para enganar a população. Quando o novo governo assumiu o poder em Brasília, a imprensa alinhada comemorou ruidosamente que as agências de classificação de risco subiram a nota do Brasil. Só esqueceram de avisar ao público que essa melhoria foi fruto direto do governo anterior, que havia reduzido a dívida pública, garantido a autonomia do Banco Central e contido a expansão descontrolada da máquina. Bastou a nova quadrilha de burocratas assumir a caneta para desfazer essas conquistas e afundar novamente o país na irresponsabilidade fiscal.

Peter: O discurso oficial do Estado é sempre aquele velho engodo sentimentalista de que a gastança desmedida serve para torrar dinheiro ajudando os pobres. Mentira descarada. O monopólio da violência usa a coerção tributária para arrecadar montanhas de recursos e repassar para os empresários amigos do rei, para campeões nacionais como a JBS e para os grandes banqueiros de sempre. Imposto é roubo, e o fruto desse roubo nunca vai para o indivíduo necessitado; vai para manter o aparato de privilégios da nomenclatura estatal e de seus financiadores de campanha.

Peter: A análise do JPMorgan deixa bem claro o estrago da política monetária e expansionista. O ciclo de flexibilização do Banco Central está com os dias contados, prevendo apenas mais um corte residual de 25 pontos base na taxa Selic antes de uma pausa forçada. Ao mesmo tempo, a atividade econômica do país desacelera visivelmente e o ciclo de crédito se deteriora em ritmo acelerado. E o que a burocracia estatal oferece como solução? Programas eleitoreiros como o Desenrola, que prometiam aliviar as dívidas das famílias, mas na prática pioraram o endividamento e afundaram os brasileiros em um mar de obrigações financeiras impagáveis.

Peter: Como é de costume, os grandes bancos internacionais usam termos suaves e polidos para não comprar briga abertamente com os governantes locais. Eles justificam o rebaixamento alegando volatilidade típica em meses que antecedem as eleições ou ruídos sazonais de mercado. Mas qualquer pessoa com dois neurônios funcionantes entende o recado real: o mercado livre detesta a insegurança jurídica e a gastança irresponsável promovida pelo populismo. Sem compradores dispostos a arriscar seu capital produtivo na bolsa brasileira, a debandada de investidores estrangeiros se torna inevitável.

Peter: Eu faço questão de perguntar: onde estão agora os banqueiros e grandes economistas da Faria Lima que assinaram cartinhas pela democracia e garantiram que o bom mocismo estatal salvaria a economia? Gente como Armínio Fraga e Henrique Meirelles, que ajudaram a promover a volta da gastança sob o pretexto de moderar o sistema, deveriam vir a público pedir desculpas. A cartinha da ilusão não pagou as contas públicas e o resultado é esse desastre: ações caindo, fuga de capital e o povo brasileiro pagando a fatura do banquete estatal.


[QUADRO: BRASIL E MUNDO — Fechamento]

Peter: A matemática econômica do mercado livre não se importa com discursos demagógicos nem com promessas de campanha. A verdade é brutal: gastança estatal gera inflação, destrói a moeda e expulsa quem produz riqueza real. O rebaixamento do JPMorgan é apenas a confirmação do óbvio para quem ainda acreditava na fábula do Estado benfeitor.

Peter: O governo sempre usará a coerção para roubar a sua renda e repassar para os parasitas do sistema, deixando a conta da destruição fiscal nas costas do indivíduo. Se você continuar esperando que burocratas resolvam os problemas que eles mesmos criaram, colherá apenas empobrecimento. Proteja seu patrimônio, descentralize seu capital e recuse as ilusões do leviatã.
