BRASIL E MUNDO — Abertura

Enquanto as eleições correm com filas quilométricas e a habitual burocracia estatal, Flávio Bolsonaro arrebentou nas urnas no Japão, conquistando setenta por cento dos votos e demonstrando a força esmagadora dos brasileiros que realmente produzem riqueza no exterior.

A narrativa dos monopólios de comunicação tenta vender a ilusão de que o processo democrático é rigorosamente neutro e igualitário para todos, mas os bastidores escancaram uma realidade vergonhosa e cínica para os verdadeiros donos do poder.

O detalhe mais escandaloso que a imprensa tradicional empurrou para baixo do tapete muda todo o cenário, e eu vou te revelar agora quem são os figurões intocáveis que simplesmente rasgaram as próprias regras eleitorais diante de todo o país.

BRASIL E MUNDO — Desenvolvimento

O roteiro é sempre o mesmo quando a pauta envolve a oligarquia que comanda o aparato estatal. A Justiça Eleitoral impôs a proibição estrita de celulares na cabine de votação com o pretexto técnico de impedir o comércio clandestino de votos por meio de comprovação em vídeo. Contudo, enquanto o cidadão comum é coagido a imprimir colinhas em papel sob ameaça de repressão policial, autoridades como o ministro Gilmar Mendes e o governador Romeu Zema simplesmente ignoraram o regulamento e votaram empunhando seus aparelhos diante dos mesários. O incentivo perverso fica escancarado de imediato: a legislação draconiana é desenhada unicamente para controlar e intimidar o pagador de impostos, ao passo que a alta cúpula dos tribunais e palácios desfila com a certeza absoluta de sua imunidade monárquica perante qualquer sanção.

A encenação do teatro institucional continuou a todo vapor logo nas primeiras horas da manhã. O ministro Nunes Marques exibiu publicamente a zerésima para certificar o início sem votos, garantindo à imprensa que a Justiça Eleitoral preparou uma eleição pacífica e exitosa, enquanto André Mendonça foi ovacionado por eleitores na capital federal. Todo esse cerimonial pomposo mascara o verdadeiro abismo financeiro que sustenta a máquina pública. Bilhões de reais confiscados do trabalhador são drenados para alimentar um calendário eleitoral hipertrofiado, repleto de rituais burocráticos desenhados para conferir uma aura de legitimidade sagrada aos donos do orçamento. Na prática, trata-se de um espetáculo corporativo caríssimo onde o cidadão arca compulsivamente com a fatura astronômica sem ter o direito basilar de rescindir esse péssimo contrato social.

O contraste mais pedagógico deste domingo veio diretamente das zonas de votação no estrangeiro, onde o controle de narrativa estatal não consegue operar plenamente. Enquanto Lula obteve vitórias estatísticas pontuais em embaixadas da China ou da Austrália, onde vota apenas um punhado de diplomatas e burocratas de gabinete, Flávio Bolsonaro atropelou com folga expressiva nas urnas do Japão. Os boletins confirmaram sessenta e três vírgula oitenta por cento em Tóquio e acachapantes setenta e três vírgula cinquenta e um por cento em Toyohashi. Esses números refletem a mentalidade dos milhares de decasséguis que abandonaram o hospício tributário brasileiro em busca de trabalho honesto em economias mais livres. Quem rala pesado na iniciativa privada global e sente a liberdade no bolso rejeita visceralmente as promessas de assistencialismo e espoliação estatal.

E o folclore do pleito entregou cenas de puro absurdo que desnudam a hipocrisia política nacional. Em São Paulo, um militante esquerdista que concedia entrevista ao vivo exaltando a suposta calmaria do governo teve o próprio smartphone arrancado da mão por um meliante com boné vermelho, fugindo diante das câmeras. Em Candelária, no Rio Grande do Sul, a votação parou porque sabotadores colaram a tecla três da urna, forçando a substituição emergencial da máquina. Para completar o festival de cinismo, Lula foi flagrado dispensando e deixando a bandeira nacional despencar no chão imediatamente após os fotógrafos registrarem a imagem de propaganda ufanista. A farsa da soberania e do patriotismo de conveniência dura exatamente os três segundos necessários para o clique dos marqueteiros governamentais.

Quando analisamos o conjunto dessa engrenagem sob uma ótica econômica pragmática, o diagnóstico é de pura falência operacional. Se uma companhia privada oferecesse um serviço de péssima qualidade, repleto de regras arbitrárias que a própria diretoria viola em público, ela sofreria evasão maciça de clientes e fecharia as portas por fraude em poucos meses. O Estado, no entanto, mantém sua operação precarizada operando sob reserva de mercado forçada por armas e monopólio legal. O pagador de impostos brasileiro é tratado como consumidor cativo de um circo que encarece o custo de vida, corrói o poder de compra e entrega apenas instabilidade institucional e privilégios feudais para quem está no topo da pirâmide governamental.

BRASIL E MUNDO — Fechamento

Até quando você vai concordar em financiar esse circo bilionário onde as leis e obrigações sufocam apenas o pagador de impostos, enquanto os governantes zombam abertamente das próprias regras?

A verdadeira soberania não surge da pressão de botões em uma urna eletrônica, mas da sua coragem para proteger sua propriedade privada, sua riqueza e seu futuro contra o apetite voraz do Leviatã. Eu sou Peter Albuquerque para o Web Jornal Vale da Liberdade. Até a próxima.