BRASIL E MUNDO — Abertura

A Polícia Federal realizou operações em São Paulo e Goiás contra suspeitos de planejar um ataque contra a embaixada dos Estados Unidos.

Enquanto o governo e seus arautos tentam vender a narrativa fofa de que tudo não passa de uma suposta interferência externa nas eleições, a realidade cobra o seu preço.

Pero o detalhe que a grande imprensa fez questão de enterrar nas notas de rodapé muda todo o jogo, e eu vou te mostrar agora o tamanho dessa conta.

BRASIL E MUNDO — Desenvolvimento

O mecanismo técnico por trás dessa confusão envolve ameaças disparadas nas redes sociais por apoiadores fanáticos embalados pelo discurso oficial de confronto diplomático constante. A investigação revelou que mandados de busca e apreensão foram cumpridos rapidamente após alertas contundentes de agências de inteligência estrangeiras que não operam sob a lógica da leniência burocrática estatal ou de favores políticos de compadrio. E se você acha que isso é apenas retórica vazia de internet, o buraco é muito mais embaixo, pois estamos falando de investigações sigilosas que envolveram equipes de elite da Polícia Federal, rigorosamente coordenadas com órgãos internacionais que levam a segurança de suas representações diplomáticas extremamente a sério, sem jamais tolerar as fanfarronices de teclado de militantes pagos ou idiotas úteis que acham que estão em um videogame.

Os incentivos perversos desse modelo político gritam aos quatro ventos para quem quiser ver a realidade sem venda ideológica. Quem lucra de verdade com a criação sistemática de um clima de hostilidade permanente contra potências estrangeiras e nações parceiras? Certamente não é o cidadão comum, o trabalhador que precisa tirar visto, emitir documentos ou resolver burocracias consulares indispensáveis e acaba ficando preso em filas intermináveis ou tendo seus agendamentos cancelados sumariamente. O aparato estatal gera o caos propositalmente, alimenta o rebanho com teorias de conspiração esfarrapadas e depois finge surpresa quando os lunáticos decidem levar a retórica inflamada da tela do computador para o mundo real, acreditando piamente que estão fazendo algum tipo de revolução heroica enquanto acabam arruinando completamente a própria vida e sobrecarregando ainda mais o sistema de justiça com investigações criminais pesadíssimas.

Se o Estado fosse uma empresa privada minimamente séria à beira da falência que tratasse seus clientes pagantes com esse nível escandaloso de irresponsabilidade e ainda proibisse legalmente o cancelamento do serviço, seus dirigentes já estariam na rua da amargura e respondendo por dezenas de crimes de gestão fraudulenta. Mas como estamos falando do monopólio estatal absoluto da coerção, a conta pesada do fanatismo político cai direto e sem escalas no colo do pagador de impostos, que assiste perplexo a serviços essenciais pararem da noite para o dia por puro capricho ideológico. Parece piada de mau gosto, mas infelizmente não é, pois enquanto a máquina pública gasta recursos preciosos com a incompetência gerencial crônica de seus defensores de carteirinha, o cidadão produtivo fica totalmente desamparado diante do colapso institucional provocado por retóricas irresponsáveis que nunca geram qualquer tipo de responsabilização real para quem ocupa os gabinetes de poder.

O efeito colateral real dessa brincadeira de mau gosto atinge em cheio a economia nacional e a livre circulação de pessoas em âmbito global. Serviços consulares suspensos por tempo indeterminado geram prejuízos logísticos e financeiros imensos para empresários, estudantes e turistas que precisam viajar a trabalho ou estudo, enquanto o Planalto tenta abafar a gravidade absoluta do fato sabendo de tudo com antecedência nos bastidores. E sabe o que é mais cínico e revoltante nisso tudo? Tentar culpar os outros pelo incêndio criminoso que eles mesmos ajudaram a acender, ignorando completamente os alertas formais recebidos pelo Ministério das Relações Exteriores e preferindo transformar uma crise gravíssima de segurança nacional em palanque eleitoreiro barato para tentar engajar a militância cega em redes sociais.

O roteiro sujo é sempre exatamente o mesmo: eles criam o problema artificial, alimentam a sanha dos radicais, geram pânico institucional generalizado e depois terceirizam conveniente a culpa para a realidade dos fatos. A máquina estatal jamais resolve qualquer tipo de problema real; pelo contrário, ela os fabrica em escala industrial apenas para justificar a imposição de mais controle, mais censura e mais impostos sobre a sua liberdade individual. Mas quando a corda arrebenta de vez, o discurso oficial desaba junto com a incompetência gerencial escancarada dessa corja, provando de uma vez por todas que o verniz da suposta normalidade institucional não passa de uma fachada frágil e patética sustentada por narrativas falaciosas que ruem ao primeiro sopro de fiscalização séria e independente.

BRASIL E MUNDO — Fechamento

Até quando o cidadão produtivo vai continuar pagando a conta dessa sanha estatal que incentiva lunáticos e paralisa a vida de quem quer apenas trabalhar em paz?

Proteja sua família, blinde seu patrimônio e aposte na descentralização, porque esperar sensatez de político profissional é um erro fatal. Eu sou Peter Albuquerque para o Web Jornal Vale da Liberdade. Até a próxima.