BRASIL E MUNDO — Abertura

A reta final da campanha chegou e o desespero na esquerda atingiu níveis estratosféricos, a ponto de resgatar invenções baratas sobre religião para tentar mudar o rumo das urnas.

Enquanto o aparato oficial chora nas redações alegando que a desinformação é monopólio da oposição, são os próprios arautos do establishment que inventam narrativas sem pé nem cabeça para manipular o eleitor católico.

Mas o detalhe que a grande imprensa tentou esconder nas entrelinhas revela o mecanismo exato desse desespero coletivo, e eu vou te mostrar agora o tamanho dessa farsa que ruiu em poucas horas.

BRASIL E MUNDO — Desenvolvimento

A máquina de propaganda precisou pedir desculpas publicamente após um jornal de peso disparar ao vivo que haveria um movimento na Igreja Católica para retirar o título de padroeira de Nossa Senhora Aparecida, supostamente mobilizado por evangélicos aliados à direita. O problema é que a própria realidade tratou de desenterrar a verdade: o tal projeto de lei citado nem de longe era recente, tendo sido apresentado em dois mil e sete por um parlamentar que sequer era da base conservadora, e acabou arquivado de vez em dois mil e oito. Parece piada, mas é o velho roteiro de sempre da central de pânico da esquerda.

O roteiro é sempre o mesmo porque eles cresceram e prosperaram na era da informação centralizada, onde uma mentira contada no telejornal da noite levava dias para ser contestada, tempo suficiente para moldar o resultado de uma eleição. Foi exatamente assim em dois mil e quatorze, quando destruíram candidaturas inteiras com boatos requentados sobre corte de direitos e congelamento de salários. Só que o arranjo descentralizado da internet moderna implodiu esse modelo de controle absoluto; hoje, a farsa é desmontada em poucas horas, deixando os operadores da narrativa completamente nus diante de um público que já não engole mais os eufemismos institucionais.

E sabe o que é mais cínico nisso tudo? Enquanto fabricam espantalhos religiosos, tentam ressuscitar a velha e patética ideia dos Fiscais do Sarney para inspecionar supermercados e mascarar a realidade econômica que o cidadão enfrenta no caixa. Querem mandar militantes para caçar preços bonitinhos, aplicar um bom Photoshop na inflação e convencer o pagador de impostos de que o custo de vida evaporou por passe de mágica. É a velha tentativa estatista de negar a realidade matemática dos preços subindo na marra, como se o livre mercado pudesse ser revogado por decreto ministerial ou por fiscal de crachá.

Faça o exercício mental básico de enxergar o Estado como uma empresa privada administrada com esse nível de incompetência crônica. Se uma corporação real prometesse fartura enquanto o balanço financeiro do cliente desaba sob o peso de taxas e inflação recorde dos alimentos, essa empresa já estaria falida e seus gestores na rua da amargura. Mas o Estado faz diferente: ele proíbe o cliente de cancelar a assinatura, aumenta os tributos para financiar a própria propaganda e ainda terceiriza a culpa para o livre mercado. O imposto é o roubo institucionalizado que financia essa desconexão completa com a vida real.

Como se não bastasse a patacoada dos preços, entidades alinhadas ao aparato estatal ainda tiveram a audácia de exigir acesso livre e universal à internet móvel custeada por terceiros nas vésperas da votação, sob o pretexto fofo de combater a desinformação. A intenção real é cristalina para qualquer observador atento: garantir que a infraestrutura esteja aberta até o último segundo para despejar novos pacotes de pânico narrativo antes que o eleitor tenha tempo de respirar. É o desespero de quem percebeu que o monopólio da comunicação ruiu, restando apenas o apelo desesperado à regulamentação e ao controle estatal da informação.

No fim das contas, todo esse circo montado nas últimas semanas serve apenas como termômetro da falência de um modelo que depende da coerção e da mentira para se manter relevante. Quando a narrativa oficial desmorona na primeira checagem de fatos feita pela própria sociedade em rede, sobra apenas o espetáculo melancólico de burocratas e colunistas pedindo desculpas em horário nobre. O cidadão comum já aprendeu que esperar honestidade intelectual de quem vive do erário é o mesmo que pedir prudência a um ladrão de galinha dentro do galinheiro.

BRASIL E MUNDO — Fechamento

A lição que fica dessa pantomima eleitoral é que nenhuma cortina de fumaça estatal, por mais cara que seja, consegue esconder por muito tempo o peso insuportável da inflação e a hipocrisia de quem tenta controlar as crenças alheias.

A única defesa efetiva contra esse espetáculo de incompetência e manipulação é a sua soberania individual: proteja sua família, blinde seu patrimônio e mantenha distância de soluções coletivistas que só servem para alimentar parasitas do poder. Eu sou Peter Albuquerque para o Web Jornal Vale da Liberdade. Até a próxima.