BRASIL E MUNDO — Abertura
O silêncio de Jair Bolsonaro está prestes a ser quebrado e o establishment em Brasília já começa a suar frio com o que vem por aí.
Enquanto a cartilha oficial tenta pintar um cenário de terra arrasada, a realidade das urnas e do mercado financeiro mostra exatamente o oposto.
Mas o detalhe que a grande imprensa tentou esconder debaixo do tapete revela o tamanho do desespero de quem achava que podia cancelar a vontade popular, e eu vou te mostrar agora.
BRASIL E MUNDO — Desenvolvimento
A primeira-dama Michele Bolsonaro revelou recentemente como o marido reagiu ao resultado avassalador do primeiro turno das eleições, onde a direita consolidou uma bancada recorde no Senado e na Câmara. Depois de meses sofrendo com perseguições judiciais e restrições absurdas de circulação, Bolsonaro simplesmente dormiu uma noite inteira sem insônia pela primeira vez em muito tempo. É o retrato perfeito de quem percebeu que a tentativa estatal de apagar o bolsonarismo falhou miseravelmente nas urnas. E essa virada no tabuleiro político joga luz direta sobre as engrenagens de um sistema que achava que podia controlar tudo, ignorando completamente os anseios de milhões de cidadãos que rejeitam a tutela de burocratas engravatados que nunca produziram um único centavo de valor real no setor privado, vivendo exclusivamente à custa do imposto extorquido do contribuinte.
Vale lembrar a sanha regulatória e autoritária do ministro Alexandre de Moraes, que inventou proibições kafkianas, como impedir o ex-presidente de sequer enviar cartas ou se manifestar publicamente. Parece piada de mau gosto, mas o Estado brasileiro conseguiu criminalizar até o ato de escrever e de se comunicar pacificamente com seus eleitores. Na prática, o monopólio da coerção tentou sufocar qualquer voz divergente com o pretexto risível de proteger a democracia, quando na verdade o único objetivo é blindar o próprio establishment contra qualquer escrutínio moral ou político. Se o Estado fosse uma empresa privada gerindo clientes cativos, já teria falido por incompetência e excesso de burocracia, mas aqui o cliente não pode cancelar o serviço e ainda paga a conta da própria opressão, enquanto gestores públicos acumulam privilégios insustentáveis.
O roteiro é sempre o mesmo. Quando a burocracia estatal percebe que perdeu o controle narrativo e que a população não engole mais as suas falácias, apelam para a canetada desesperada, negando até mesmo o direito básico de ver os próprios filhos no Dia dos Pais, numa demonstração clara de crueldade institucional totalmente incompatível com qualquer conceito civilizado de justiça. O incentivo perverso é evidente: quem detém o poder da toga protege a si mesmo e aos seus aliados enquanto impõe custos altíssimos aos cidadãos comuns. E sabe o que é mais cínico nisso tudo? Eles juram que o povo não percebe a manobra grosseira. Enquanto isso, lideranças conservadoras superam votações históricas, impulsionadas por uma onda de repúdio ao ativismo judicial, provando que a descentralização da informação via internet destruiu o monopólio midiático tradicional.
A dinâmica perversa desse aparelhamento institucional fica evidente quando analisamos o mecanismo técnico das decisões arbitrárias e o desrespeito sistemático ao devido processo legal. O aparato repressivo opera sob um incentivo estritamente corporativista e oligárquico: quanto mais poder centralizado o tribunal acumula, maior é a blindagem contra qualquer responsabilização ou controle externo. É a clássica analogia corporativa de um cartel intocável que elimina concorrentes não por eficiência econômica, mas na base da força coercitiva do Estado. O impacto real no bolso do cidadão é direto, implacável e devastador, pois a insegurança jurídica afasta investimentos produtivos, destrói postos de trabalho e infla o custo de vida para sustentar privilégios de castas intocáveis. Enquanto o trabalhador comum esmaga o próprio orçamento para pagar uma carga tributária escandalosa, a cúpula do poder inventa dogmas jurídicos para justificar a própria tirania.
E a reação da economia veio antes mesmo de qualquer posse, evidenciando que os mercados antecipam expectativas racionais baseadas na probabilidade de menor intervenção estatal. A bolsa de valores ultrapassou a marca dos duzentos mil pontos e o dólar despencou abaixo de cinco reais, embalados pela perspectiva de que a sanha intervencionista e a gastança irresponsável sairão de cena. É a prova cabal de que o mercado não aposta em messianismo estatal, mas sim na simples ausência de um governo predatório que consome recursos produtivos para bancar privilégios de compadre. Quando a interferência política diminui, o capital respira aliviado, o investimento estrangeiro volta a aparecer e a sociedade recupera um mínimo de previsibilidade para tocar a vida e os negócios, provando cabalmente que a verdadeira prosperidade brota da liberdade econômica e da cooperação voluntária, jamais de decretos salvadores emitidos por burocratas.
BRASIL E MUNDO — Fechamento
Até quando o cidadão vai continuar aceitando financiar uma máquina estatal que usa o direito e as leis como armas de perseguição política para satisfazer caprichos de burocratas?
A lição que fica é que a verdadeira mudança nunca virá de cima para baixo, mas da sua capacidade de proteger sua família, blindar seu patrimônio e buscar a liberdade individual longe das garras da política partidária. Eu sou Peter Albuquerque para o Web Jornal Vale da Liberdade. Até a próxima.